A Capitare, uma das principais empresas de economia digital do pais, anuncia o lançamento de uma nova ferramenta voltada ao mercado de crédito privado no Brasil, marcando a entrada da empresa em uma nova fase com o desenvolvimento de um protocolo de DeFi institucional.
A solução já está em operação em formato de soft opening, após mais de um ano de desenvolvimento, e foi desenhada para conectar, em um único fluxo, todas as etapas da jornada de crédito, da originação à liquidação.
Dessa forma, a empresa estruturou uma infraestrutura completa, capaz de permitir que empresas e instituições operem suas próprias operações de crédito com mais eficiência, controle e transparência. O modelo integra tecnologia e regulação em uma solução white label, escalável e preparada para diferentes tipos de ativos.
“Estamos bastante empolgados com o que estamos construindo há mais de um ano, e agora já podemos dizer que está pronto e em operação, ainda em fase de soft opening”, afirma Rodrigo Caggiano, fundador e cofundador da Capitare. “Criamos um protocolo de DeFi institucional com um objetivo claro: trazer eficiência e confiança para o crédito privado e a antecipação de recebíveis.”
A nova ferramenta conecta originação, validação em registradoras, decisão e liquidação em um único fluxo digital. Além disso, incorpora uma camada de registro em blockchain, que garante rastreabilidade das operações, reduz riscos de fraude e cria uma trilha auditável para investidores e reguladores.
Crédito mais barato para pequenas e médias empresas
Caggiano explica que a solução raz impactos diretos para pequenas e médias empresas, especialmente aquelas que dependem de antecipação de recebíveis (de cartão ou boleto por exemplo) para manter o fluxo de caixa. Ao permitir que indústrias financiem suas próprias redes de clientes, a solução reduz a dependência de bancos e adquirentes, que normalmente operam com taxas mais elevadas e processos mais burocráticos.
“Isso significa acesso a crédito mais rápido, com custos menores e menos fricção operacional. Como as operações são baseadas em vendas já realizadas, o risco tende a ser mais baixo, o que viabiliza condições mais competitivas para os pequenos negócios. Além disso, toda a jornada é digital e integrada, eliminando etapas manuais e acelerando a liberação dos recursos”, explica.
Outro diferencial está na estrutura jurídica e tributária. As operações são realizadas via securitizadora, o que elimina a caracterização como empréstimo e reduz incidências como IOF, criando uma estrutura mais eficiente do ponto de vista fiscal .
Com isso, a Capitare aposta em um reposicionamento estratégico do crédito privado no país, onde empresas deixam de ser apenas tomadoras de crédito para se tornarem participantes ativas na geração de valor financeiro dentro de suas próprias redes.
A expectativa da empresa é que a nova infraestrutura acelere a digitalização do setor e amplie o acesso a crédito estruturado, especialmente em cadeias produtivas que já possuem volume recorrente de recebíveis, mas ainda carecem de soluções financeiras integradas.
