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A Inovação e o Medo

Por Renan de Almeida Campos

A admiração por grandes inovadores da história é unânime. Steve Jobs, Bill Gates, Henry Ford, Santos Dumont e tantos outros que ousaram, desafiaram e venceram. O nome da primeira aeronave não era 14 Bis em referência a uma data ou às medidas do objeto, tampouco fazia referência ao famoso chocolate (que nem havia sido lançado em 1906). Tratava-se do protótipo número 14, que foi testado somente após passar por uma revisão (“bis” é uma palavra de origem francesa/latina que significa “de novo”).



Jobs teve alguns insucessos profissionais, bem como Gates, fatos amplamente conhecidos. O ponto em comum entre eles? Não desistiram.

O primeiro passo é sempre o mais difícil. Vencer o medo e suas consequências físicas (já discutidas em um artigo anterior) é o maior obstáculo de qualquer pessoa que busca o diferente. Não se trata do medo da perda de dinheiro ou de danos físicos, mas, como aprendi com o genial Edson Carli, “o maior medo do ser humano é fracassar”.

A criatividade, habilidade inata de todo ser humano, como já dito anteriormente, fervilha em nossas mentes todos os dias com ideias e oportunidades de negócios inovadores. O que difere os inovadores da grande maioria da população é que, apesar do fracasso ou do potencial fracasso, eles foram até o fim.

Resiliência, coragem, paciência, teimosia, aporte financeiro... Independentemente de como cada um quer nomear a força motriz que se associa à criatividade para atingir uma inovação, a ação humana não pode ser descartada, e é justamente essa ação que faz a diferença. Qualquer que seja esse impulsionador pessoal que irá ajudar a superar o medo, deverá ser alimentado e revitalizado a cada pensamento negativo ou tentativa frustrada, até que os objetivos sejam alcançados.