Homem preso em Itupeva é suspeito de se passar por policial civil durante fuga

 Um homem preso em Itupeva nesta segunda-feira (15) é suspeito de ter se passado por policial civil durante uma ocorrência que mobilizou equipes da Polícia Militar e apoio aéreo na região. Ele estava entre os investigados por possível envolvimento em uma quadrilha apontada como responsável pelo roubo de duas retroescavadeiras e outros equipamentos de uma obra em Louveira.



A ação começou quando policiais militares identificaram um Jeep Compass preto circulando por Itupeva com sinais de adulteração nas placas. Ao perceberem a aproximação da viatura, os ocupantes do veículo fugiram, dando início a uma perseguição que terminou no bairro Santa Eliza, área rural do município.

No local, os suspeitos abandonaram o carro e entraram em uma região de mata. Outras equipes foram acionadas para reforçar as buscas, que também contaram com o apoio do helicóptero Águia.

Durante a vistoria no Jeep, os policiais constataram que o veículo era produto de roubo. Dentro do automóvel, foram encontrados um colete balístico, algemas, luvas, máscara e um distintivo da Polícia Civil, material que levantou a suspeita de que um dos envolvidos estaria se passando por agente da instituição.

Ainda durante a operação, os policiais localizaram uma Chevrolet Tracker branca circulando pela cidade. O veículo foi abordado e, segundo a polícia, um dos ocupantes foi identificado como um dos homens que estavam no Jeep abandonado, já que documentos dele foram encontrados no carro usado na fuga.

O motorista da Tracker informou às autoridades que teria sido contratado para buscar os suspeitos na região após a fuga pela mata.

Os dois homens foram encaminhados à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí. Após o registro da ocorrência, o delegado Roberto Souza Camargo Junior decretou a prisão em flagrante da dupla pelos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo.

A investigação segue para apurar a participação dos presos no roubo dos equipamentos em Louveira e a possível ligação com outros integrantes da quadrilha.