Secretária da Cultura de SP visita Hopi Hari e acompanha formação de artistas para a Hora do Horror

 

Marília Marton conheceu os bastidores do parque e acompanhou treinamento dos artistas

 

A secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marília Marton, visitou o Hopi Hari para acompanhar de perto o andamento da parceria entre o parque e o CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura. Durante a visita, a secretária acompanhou uma das aulas de formação dos mais de 140 artistas que integram o projeto e conheceu estruturas que fazem parte da produção da Hora do Horror.

 


A agenda incluiu ainda uma visita aos bastidores do parque, ao acervo de figurinos e a um dos túneis da Hora do Horror, apresentado exclusivamente à equipe da Secretaria. Marília esteve acompanhada por integrantes do CULTSP PRO, entre professores, coordenadores, supervisores.

“A nossa missão no CULTSP PRO é garantir que a formação técnica e artística caminhe lado a lado com a empregabilidade real, preparando nossos talentos para as exigências e os bastidores de um setor em constante expansão”, destacou a secretária Marília Marton. A iniciativa integra uma estratégia mais ampla do CULTSP PRO de aproximar qualificação profissional e mercado no setor cultural. Em junho, o Governo do Estado anunciou a parceria com a Hora do Horror do Hopi Hari entre as novas cooperações do programa voltadas à formação profissional e à inserção no mercado.

Para o Hopi Hari, a parceria representa também o reconhecimento do papel do parque como um espaço de desenvolvimento profissional dentro da economia criativa. “Quando falamos sobre entretenimento, muitas vezes pensamos apenas na experiência que o público vive. Mas existe algo ainda maior por trás de cada espetáculo, de cada evento e de cada sorriso que entregamos diariamente no País mais divertido do mundo: as pessoas que tornam tudo isso possível”, afirma Marcos Zambelli, diretor do Hopi Hari.

O parque mantém uma estrutura artística permanente composta por cerca de 80 profissionais fixos, entre atores, técnicos de som, iluminação, contrarregras, camareiras, maquiadores, figurinistas e outras especialidades. Ao longo do ano, a programação de eventos amplia essa demanda. Somente a Hora do Horror mobiliza entre 350 e 400 profissionais, sendo aproximadamente 140 artistas diretamente envolvidos nas apresentações. “Isso demonstra que o entretenimento não gera apenas diversão. Ele gera emprego, renda, qualificação e oportunidades”, destaca Zambelli.

A visita da secretária reforça a conexão entre formação e mercado que está no centro da proposta do CULTSP PRO. Para o parque, acompanhar a capacitação dentro do próprio ambiente de produção permite aproximar os profissionais da realidade de uma indústria que reúne diferentes áreas artísticas, técnicas e criativas. “O Hopi Hari é um ambiente real de mercado. Somos um espaço que absorve talentos, que cria oportunidades e que necessita constantemente de profissionais preparados para atuar em uma das indústrias que mais crescem no mundo: a economia criativa”, ressalta o diretor.

A aproximação entre cultura, criatividade e formação profissional gera impactos que vão além dos palcos e das experiências oferecidas ao público. “Quando unimos qualificação profissional, cultura, criatividade e oportunidade, criamos algo muito maior do que empregos: criamos histórias, realizamos sonhos e impulsionamos o desenvolvimento social e econômico”, conclui.