O MED 2.0, nova versão do Mecanismo Especial de Devolução do Pix , passou a ser obrigatório a partir de 2 de fevereiro de 2026 para todas as instituições que operam o Pix 💸🏦.
Essa atualização corrige uma falha importante do sistema anterior: na maioria dos golpes, o dinheiro não conseguia ser recuperado ❌💰.
🔍 Como era antes?
O bloqueio ocorria apenas na primeira conta que recebia o Pix, porém como os fraudadores transferem os valores rapidamente para outras contas 🔁, a devolução quase sempre se tornava inviável.
✨ O que mudou com o MED 2.0
Com a nova regra, o sistema do Banco Central passou a rastrear o caminho do dinheiro, mesmo após transferências sucessivas, permitindo:
✅ bloqueio de valores em cadeia
✅ maior chance de recuperação
✅ identificação de contas utilizadas em fraudes
⚙️ Como funciona na prática
Ao comunicar a fraude à instituição financeira, inicia-se um procedimento digital que:
📌 identifica a transação original
📌 rastreia para onde o valor foi transferido
📌 aciona os bancos envolvidos para análise
📌 possibilita a devolução dos valores localizados
🗓️ Apesar da obrigatoriedade, o Banco Central estabeleceu um período de adaptação até maio de 2026, destinado a ajustes técnicos. Após esse prazo, a fiscalização passa a ser efetiva.
⚠️ Atenção: o Pix continua sendo, como regra, irreversível.
O MED se aplica apenas a fraudes comprovadas, e a rapidez na contestação segue sendo essencial ⏱️‼️
📄 Quer acessar o material oficial do Banco Central sobre o MED 2.0?
💬 Comente “MED” que envio o link 🔗
Conteúdo informativo em collab com @ia_noticias 📰⚖️

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